Fisioterapia pélvica no pós-parto: quando começar
Fisioterapia pélvica · Pós-parto · Gravataí/RS
O corpo que gestou e pariu passa por transformações profundas — e merece um cuidado que, muitas vezes, ninguém oferece. A fisioterapia pélvica no pós-parto ajuda a recuperar o assoalho pélvico, a parede abdominal e a confiança, respeitando o tempo de cada mulher. Importante tanto para o casos de parto normal quanto cesárea.
O que muda no corpo depois do parto
Nas semanas seguintes ao nascimento, pode haver perdas de urina, sensação de peso região vaginal, desconforto na cicatriz. Nenhuma dessas queixas precisa ser encarada como "normal para sempre".
Assoalho pélvico e perdas de urina
A gestação e o parto sobrecarregam e podem lesionar o assoalho pélvico. A boa notícia é que a reabilitação costuma trazer excelentes resultados. Perda urinária que persiste meses depois do parto não é normal e tem tratamento.
Diástase abdominal: o que é
A diástase é o afastamento dos músculos retos do abdômen. Em muitos casos ela se reduz naturalmente; quando permanece, a avaliação define os exercícios adequados. Abdominais tradicionais feitos por conta própria podem piorar o quadro.
Cuidado com a cicatriz
Tanto a cicatriz de cesárea quanto a de lacerações podem gerar aderências e desconforto. Técnicas de liberação ajudam a melhorar a mobilidade do tecido e o retorno confortável à atividade física e à vida sexual.
Quando começar
A avaliação mais completa costuma acontecer por volta de 4 semanas, com liberação médica. Mas em queixas decorrentes do processo de cicatrização da via de parto pode haver atuação já nos primeiros dias de pós parto.
Sinais que merecem atenção
Procure avaliação se notar perdas de urina ou fezes, sensação de peso na vagina, dor persistente na cicatriz ou pelve.
Seu corpo merece esse cuidado
Agende sua avaliação de fisioterapia pélvica no pós-parto na Ká Jardim, em Gravataí.
Agendar avaliação no WhatsAppLeia também: Fisioterapia pélvica pós-parto e Escape de urina: é normal? →